A construção do pontilhão exigiu atenção especial a uma série de desafios técnicos e logísticos.
O espaço interno extremamente limitado, em razão da proximidade com a
linha férrea em operação, impôs restrições severas à montagem e movimentação dos equipamentos no local.
Somado a isso, a execução da laje final, com 45 cm de espessura e vão de 9,0 metros, demandava um escoramento suspenso de alta complexidade, exigindo reanálises estruturais rigorosas para garantir que as cargas estivessem dentro dos limites admissíveis, especialmente sobre a treliça SH100.
A estabilidade da estrutura ao longo de todas as fases da concretagem era outro ponto crítico, dada a necessidade de manter a segurança e precisão da obra mesmo sob condições adversas. Além disso, o acesso à área de execução era limitado e dificultado pela passagem constante do
VLT, o que exigiu um planejamento meticuloso e soluções de montagem
compatíveis com o ambiente ferroviário em operação.